quarta-feira, 17 de março de 2010

Music makes me happy (#2)

ana carolina e seu jorge


É isso aí
Como a gente achou que ia ser
A vida tão simples é boa
Quase sempre

É isso aí
Os passos vão pelas ruas
Ninguém reparou na lua
A vida sempre continua

Eu não sei parar de te olhar
Eu não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não sei parar
De te olhar

É isso aí
Há quem acredite em milagres
Há quem cometa maldades
Há quem não saiba dizer a verdade

É isso aí
Um vendedor de flores
Ensinar seus filhos a escolher seus amores
Eu não sei parar de te olhar
Não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não vou parar de te olhar



Estes dois juntos fazem magia. As vozes combinam-se na perfeição e tocam cá dentro, profundamente, quase sem me aperceber. A voz forte dela, a melodia rude dele. Qualquer um deles, juntos ou a solo. Ide ouvir que vale a pena.

Quanto à música, nunca me decidi sobre a que gosto mais - esta deles, ou a original, The Blower's Daughter, do Damien Rice. Mas qualquer uma delas adormece em mim, aconchegada debaixo da pele.

Eu hoje era menina para deitar abaixo umas quantas destas.

Sabem o que é que eu digo às tendências da estação?


Vou usar tons pastel porque gosto. Se me apetecer andar navy, vou andar. Não gosto dos padrões tribais futuristas, quero lá saber se é tendência. Se encontrar umas clogs giras, tudo bem. Se não, nem vou pensar no assunto. Não gosto de me ver de verde seco, quero lá saber do look militar. Adoro sabrinas, vou usá-las quer estejam na moda, quer não. Folhos e drapeados? Nem por isso... Ganga por todo o lado? Não gosto do look total, mas quero uma camisa como a da Alexa Chung. Flores? Vou pensar no assunto. Rendas? Idem. Vou vestir o que me apetecer e pronto. Não vou comprar uma imitação da Chanel 2.55 só porque é vê-las em todas as lojas fast fashion. Pronto, dei o grito do ipiranga. Só para que não me digam que lá por eu adorar moda e querer saber das últimas tendências, me torno escrava delas.

terça-feira, 16 de março de 2010

A esquizofrenia do blogger

O blogger quer ser chato e não me está a deixar pôr o mosaico lindo que eu fiz, ali em cima, ao pé do título. Depois de muitas tentativas falhadas, não quero mais saber. Fica como está e pronto; só vêem metade. Além disso, deixou de saber contar; em certos posts que têm um x de comentários, só conta w (um a menos, portanto). E agora põe-se a publicar hoje os posts que eu agendei para amanhã e depois. Se alguém tiver ideias de como alterar a situação, é favor comunicar.
Ah, e já agora, se souberem como é que eu posso postar as imagens todas direitinhas, no mesmo tamanho, e como é que as ponho lado a lado como vejo em alguns blogues, partilhem também. Muito agradecida.

Gosto de pormenores orientais.








Primeiras quatro imagens, daqui. Últimas quatro, daqui.


Fica tão bem com a decoração certa. Sem exageros, com um simples toque.

Bonito, já começou a contagem decrescente para a explosão.


Abram as vossas bocas em jeito de espanto: tenho uma ligeira alergia a pessoas que se acham melhores que as outras. Pessoas que não podem ver a alegria nos outros, porque assim achamos todos que temos uma vida sempre fantástica. Pessoas que não podem ver os outros mais tristes/irritados/chateados/com vontade de bater em meio mundo, que somos os ridículos que não conseguem pôr-se de pé sozinhos e que andam sempre deprimidos e a chorar pelos cantos.
"(Eu sou a/o melhor), sou original"; "(Eu sou a/o melhor), não falo daquilo que todos os outros falam"; "(Eu sou a/o melhor), não tenho os mesmos sonhos que metade do planeta"; "(Eu sou a/o melhor), não preciso da ajuda de ninguém"; "(Eu sou a/o melhor), os outros são todos fúteis"; "Eu sou a/o melhor), tenho opiniões estoicamente formadas, que se destacam de todas as outras e trazem interesse ao mundo".
Façam-me o favor de descer à terra e fazerem algum trabalhinho de reflexão, caindo na realidade que é este pequeno quintal em que vivemos. São efectivamente poucas as pessoas que são originais o suficiente para serem especiais, sem precisarem de se sentir superiores aos outros. São efectivamente poucas as pessoas que se destacam sem ter que dizer mal de meio mundo pelo caminho. Todas as pessoas têm um sonho na vida que é igual ao do vizinho do lado, não duvidem. Todos temos um lado fútil, gastador, desprezível de tão materialista que é (bom, aqui [talvez] salvo certas ordens religiosas e pessoas espirituais que, mesmo assim, não deixam de cair nessa tentação). Todos nós precisamos uns dos outros. Ninguém sabe de tudo, tem conhecimento para falar de tudo com certeza - aqui não há tudólogos. Opiniões são opiniões, todos temos direito a dá-las, mesmo que não tragam nada de novo ao mundo, mesmo que não sejamos aqueles pensadores filósofos que, de quando em vez, fazem a humanidade reflectir.

Aprendam a ser humildes, meus caros. Não é fácil, mas com algum esforço e maturidade todos podemos lá chegar.

E não é que o mantra funciona?


Me, por cada minuto que passas irritada, são sessenta segundos de felicidade que perdes


Ando tão zen que até me faz confusão. Muito calma, serena, ignorando as pessoas mais idiotas que a sociedade teve o (des)gosto de ver nascer com um sorriso e algumas respirações profundas. Quando isto explodir, tenham medo. Afastem-se e resguardem-se de qualquer tipo de estilhaços que possam cair desse lado. Até eu temo.

segunda-feira, 15 de março de 2010


Se hoje não conseguir acabar o meu Frágil numa qualquer esplanada banhada pelo sol, vou ficar profundamente aborrecida.

Adoro #5

Os eléctricos da minha Lisboa. São o meu meio de transporte favorito - não poluem, têm uma vida própria, fazem parte desta cidade que tanto amo e emolduram na perfeição as suas cenas típicas. Sempre que posso, é o que apanho para os meus destinos diários.

E além de Lisboa e Porto, há mais cidades portuguesas com eléctricos?

You're indestructable*


(...)
gold
always believe in your soul
you've got the power to know
you're indestructable
always believe in, because you are
gold
glad that you're bound to return
there's something I could have learned
you're indestructable,
always believe in
(...)

*Comecem a semana em grande - always believe in your soul.

Spandau Ballet, Gold - lembram-se? Anos 80, oiçam aqui. Estiveram ontem no Pavilhão Atlântico.

domingo, 14 de março de 2010


Há sol. Há alegria. Há calma. Há calor. Há serenidade. Há macaquices. Há risos. Há amigos. Há doces. Há saudades. Há nostalgia. Há infância. Há amor. Há carinho. Há colo. Há sonho. Há flores. Há abraços fechados. Há mãos abertas. Há pai e mãe. Há paixão. Há frescura. Há mar. Há ir e voltar. Há viagens. Há lugares. Há memórias. Há histórias. Há sensualidade. Há beleza. Há beijos quentes. Há diversão. Há vida. Há o que eu quiser.

Porque o mundo é meu.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Já estes ...

... enchem-me os olhinhos. São da Garden Collection, h&m, nas lojas a 18 de Março. Há uns parecidos na Zara (e que são mais compridos que os jeans short's) giros que dói e por apenas 12,45€.

A minha carteira este mês vai desta para melhor.

Então e o calção de ganga curtinho?


Maria Guedes - Stylista

trendycrew.com

Olivia Pallermo

stockholmstreetstyle.feber.se

Alexa Chung

h&m - The Garden Collection

Uma tendência à qual não me vejo a aderir - o calção de ganga só fica bem quando já é demasiado curtinho para eu usar.

quarta-feira, 10 de março de 2010


A minha amiga F. passou cá por casa para me devolver um top que lhe emprestei há 2 anos. D-O-I-S A-N-O-S! Já não me lembrava dele. Ri-me, experimentei-o; já não me fica bem, e eu gostava tanto dele. Estou profundamente chateada.