segunda-feira, 3 de maio de 2010

Dia da Mãe*


Mother and Child, Gustav Klimt

Ela é o meu porto seguro. Está sempre lá para mim, todos os dias, sempre que eu preciso. Mesmo quando discutimos, quando brigamos, quando nos irritamos, quando queremos desaparecer da frente uma da outra. A ela devo tudo o que sou, a mulher em que me tornei, a fibra que endurece o meu espírito. Ela tem o dom de me causar as maiores alegrias e as lágrimas mais profundas. De magoar com a verdade e de acarinhar com o mais profundo amor. De ser mãe em todas as horas. Para o bom, para o mau, para sempre.

*parece-me um bom dia para voltar aqui. Hoje é o dia.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Como já devem ter reparado,



ando a tirar férias do blogue. Pois que, neste momento, demasiadas coisas se passam na minha vida ao mesmo tempo. Mas eu não vos abandono, prometo. Até porque, este espaço faz-me bem melhor a mim que a vós. Até ao meu regresso, aproveitem o sol - é tão bom.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

I want to be big, I want to be better, I want to be stronger


E se eu dissesse que hoje queria ser mais? Ir mais longe; esticar-me para alcançar o melhor do meu ser, a felicidade que ali está, ténue e luminosa. Saber que sou capaz mas não ter a coragem. Ou a motivação. Ou a vontade pura e dura. Mas e se, mesmo assim, eu quisesse mais? Chegar mais alto; abrir a janela da vida e deixar o sol entrar. Sentir o quente tocar o rosto, a pele, e sentir lá de baixo que talvez seja possível. Quando as coisas só correm mal por tua causa, tudo parece mais estúpido. Mas se assim é, está nas tuas mãos não só querer mais, como conseguir mais. Tens a felicidade nas tuas mãos: não a esmagues - deixa-a voar.

Só uma perguntinha


Porque é que continuo a fazer coisas que, à partida, sei que me fazem mal? E aprender com os erros, não?

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Vocês não sabem,

mas eu, secretamente, gostava de ter muito mais coragem do que a que tenho.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Olha, seria qualquer coisa assim do género.


Estou definitivamente a perder qualidades.


Essa história de aguentar horas e horas a trabalhar e a dormir pouco, a fazer uma directa agarrada aos livros e computador e, no dia seguinte, andar como se nada fosse, já não é para mim. Depois de estar colada às teorias da linguagem até às 4h00 da manhã e ter que estar às 8h30 na aula, apanhando uma bela de uma molha pelo caminho que-isto-não-há-guarda-chuva-que-salve, acho que só sobrevivo com cafeína via intravenosa.
Dizem que anda por aí uma nuvem de cinzas a pairar pela Europa, mais precisamente a 11 km de altitude e cobrindo 3300 km de área, mas eu cá acho que ela está é a instalar-se sobre a minha cabeça.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Gostava ...


Stockholm Street Style

... de ter tido um casaco assim no Inverno, de ficar assim bonita numa foto simples e de ter assim um batom que me ficasse bem como aquele. É que ainda não sei o que dizer do vermelho nos lábios, mas que tenho vontade de experimentar, tenho.



O que é que achamos do batom vermelho?

E dizia eu que não era destas.



Eu via aquilo por todo o lado. No autocarro. No metro. No café. No centro comercial. Na esplanada. No auditório. Na biblioteca. De dentro das malas saíam bisnagas de creme que eram espremidas para as mãos. Estas últimas, esfregavam-se vigorosamente uma na outra. E eu cá só pensava "Muito gostam elas de besuntar as mãos com creme. E aquilo deve ficar tudo pegajoso, a colar a tudo quanto é sítio. Blhac".
E a minha mãe ofereceu-me este da Avon. Com a embalagem como se apresenta na imagem e tudo. Rapidamente passou da caixa da manicure para dentro da mala. E é oficial: estou viciada. E as minhas mãos, mais hidratadas e bonitas que nunca. E não, não cola. Um mimo.

Ai, Ai



Consta por aí em tudo o que é jornal que este menino vem finalmente a Portugal. 2 de Novembro. Pavilhão Atlântico. Bilhetes à venda a partir de sábado. Preços desde 35€. E estão à espera que esgote rapidamente. Agora é assim, se não houver pelo menos dois bilhetes disponíveis para mim daqui a uns tempinhos vai haver chatice. É que eu não arranjo assim 35€ do pé para a mão. E quero muito, mesmo muito, ir ver o (meu) Michael Bublé.

Adenda: quando agendei este post, ainda não tinha tooooooda a gente falado no concerto.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

E depois queixa-te.

Às vezes tenho atitudes tão parvas que até a mim mesma irrito.

Livros #5



Pois bem, deste não há muito a dizer. Depende de quem se interessa pelo tema. O autor é um ateu com profundo conhecimento de religião e dos textos bíblicos. Eruditamente, faz a sua reflexão sobre diversas passagens bíblicas, com uma escrita que reflecte a extrema inteligência do autor. Um must have para quem se interessar pelo tema.

Da dieta



Pois que da dieta se diz que até vamos perdendo peso. Que a área que envolve a minha barriga está a diminuir. Que se vê menos gordurinhas e flacidez. Mas também se diz que ainda não se assemelha ao corpo modelo Victoria Secret's que se ambiciona por estes lados. E como eu não sou menina de andar só a comer duas folhas de alface, aqui me confesso: adoro fast-food. Comida de plástico. Artificial. Cheia de gorduras, carbo-hidratos, e todas aquelas nojices que sabemos que por lá vivem. Hambúrgueres. Pizzas. Baguetes com uma data de coisas plus molho. Batatas fritas a acompanhar. Todas essas coisas.
Como tal, o meu almoço de ontem comportava uma pizza pequena com extra queijo e pepperoni; um pãozinho de alho com queijo e uma coca-cola. É que estavam ali, à distância de um telefonema e de alguns euritos. E apareciam em casa, tocando à campainha, directos para o meu palato.
Tenho tendência a deixar-me levar por comida menos saudável uma vez por semana (sim, como comida de plástico para aí uma vez por semana, podem crucificar-me ou dizerem-me que ainda morro com as artérias entupidas). E como uma sobremesa uma vez por semana (não tudo no mesmo dia). E depois o resto dos dias entro nos eixos. Vou levando assim a dieta, que de dieta não tem nada.

Agora, vou ali açoitar-me e volto já. Até porque me lembrei que daqui a 3 meses quero estar perfeita num biquini oh-lá-lá em terras dominicanas. E com um mojito na mão. Ou um sumo de manga, também dá.

Straight and Simple


Não devemos passar a vida a pensar em como fugir à tempestade.
Devemos sim, aprender a dançar à chuva.